Arrow S04x20: Genesis | Crítica da Série 3
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Arrow S04x20: Genesis | Crítica da Série

Com certeza, um dos melhores episódios da série.

Talvez eu estava certo quando disse que a morte de Laruel poderia servir para os escritores começarem a ousar e sair da caixinha que a CW tanto presa. O episódio dessa semana ousou até o final, brincando com atmosfera mágica e com o suspense.

O episódio começou um tanto parado, com cada um do time decidindo agir a seu próprio modo. Com Oliver e Felicity indo encontrar um mestre para ajudar nosso Arqueiro Verde a enfrentar Damien Darhk, Diggle partiu em sua própria missão de encontrar seu irmão, enquanto Thea decidiu relaxar um pouco com seu namorado.

Eu achei a decisão da jovem arqueira um tanto idiota. Com tudo acontecendo ela quer tirar férias? Mal sabia eu que tudo estava sendo preparado para me deixar de queixo caído. Acho que o que fez do episódio tão bom foi sua evolução, primeiro nos dando algo morno, para depois nos pegar pela surpresa de sua evolução. Surpreender um fã sempre é o melhor caminho, ainda mais quando eles decidem explorar mais o universo mágico.

Arrow -- "Genesis" -- Image AR420b_0080b.jpg -- Pictured (L-R): Gabriella Wright as Esrin Fortuna, Stephen Amell as Oliver Queen and Emily Bett Rickards as Felicity Smoak -- Photo: Diyah Pera/The CW -- © 2016 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Arrow — “Genesis” — Image AR420b_0080b.jpg — Pictured (L-R): Gabriella Wright as Esrin Fortuna, Stephen Amell as Oliver Queen and Emily Bett Rickards as Felicity Smoak — Photo: Diyah Pera/The CW — © 2016 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Eu gostei muito da Imortal Latina que Oliver conheceu graças a John Constantine. A interação foi tão boa que nem Felicity me irritou, pelo contrário, os escritores souberam levar os três nesse arco. O conceito de escuridão e luz, que já estava irritando um pouco, começou realmente a ser levado na prática. Oliver se viu enfrentando o que havia dentro de si, de um jeito que me fez querer mais magica na série. Não apenas um vilão megalomaníaco que usa se exercito de cobaias armadas como todos os outros já fizeram, mas sim explorar todo o potencial que a magia pode dar.

Não me levem a mal, Damien estava fantástico como sempre. Não quero que seu lado diva maldava mude, e ver o modo como ele usou os irmãos Diggle foi digno de seu intelecto. O final entre os dois irmãos era algo que eu queria muito ver. Não porque sou uma pessoa malvada que gosta de ver os outros sofrer (pelo menos, eu acho), mas sim porque deu um pouco mais de peso a história. Se você consegue salvar todo mundo, as coisas perdem a graça.

Arrow -- " Genesis" -- Image AR420a_0074b.jpg -- Pictured (L-R): Eugene Byrd as Andy Diggle and David Ramsey as John Diggle -- Photo: Diyah Pera/The CW -- © 2016 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Arrow — ” Genesis” — Image AR420a_0074b.jpg — Pictured (L-R): Eugene Byrd as Andy Diggle and David Ramsey as John Diggle — Photo: Diyah Pera/The CW — © 2016 The CW Network, LLC. All Rights Reserved.

Arrow parece que finalmente está se acertando desde sua épica segunda temporada. Ainda não vou deixar entrar de cabeça no final dessa temporada, no entanto,  consigo ver uma luz no fim do túnel. Nem preciso dizer que o final me surpreendeu muito. Darhk tem um plano enorme em mãos.

Confira o promo de Arrow 4×21 “Monument Point”:

[[youtube https://www.youtube.com/watch?v=1QAGU882FCM]]

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Arrow S04x20: Genesis | Crítica da Série 4







Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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