Dead of Summer não é Sexta-Feira 13 – e isso é bom

Dead of Summer apresenta um acampamento veranil, muitos enigmas, um grupo de adolescentes, e um mal que ultrapassa a metódica matança de Jason Voorhees.

Camp Stillwater, dentro de uma possível árvore genealógica, seria o primo distante – e menos favorecido – de Crystal Lake. Mas isso não deixa o acampamento dirigido por Deb Carpenter ( Elizabeth Mitchell) com complexo de inferioridade, tampouco preocupado com supostas comparações hierárquicas.



Dead of Summer, em seus dez episódios, oscila entre o passado e o presente de seus personagens.

Mergulhado em Flashbacks e apoiado fortemente no aspecto sobrenatural/ psicológico, o enredo, à proporção que traz respostas, faz o buraco negro – que a narrativa cria em nossa mente – se afunilar drasticamente. Não há, logo, uma desenfreada sangria causada por objetos cortantes – nada de massacres avulsos e um perigo firmado exclusivamente nos arredores do lugar. O grande inimigo do azarado grupo de monitores não se limita ao cenário principal da história, isto é, o perigo também é interno. O dilema pessoal de cada jovem exerce função primordial no decorrer dos acontecimentos, o que deixa Camp Stillwater ainda mais diferente de Crystal Lake.

Ian Goldberg, Adam Horowitz e Edward Kitsis, grandes nomes quando o assunto é série para o público jovem, criaram uma história instigante e nada vulnerável. Por mais que a primeira temporada não tenha recebido sua devida sequência, a produção da emissora Freeform, a mesma de Pretty Little Liars, merece nosso voto de confiança. Posso apostar que o ano é 1989 e que Camp Stillwater não é apenas um lugar bonito e convidativo. E é evidente que cada membro do grupo terá um verão I.NES.QUE.CÍ.VEL.




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