O Netflix nos dá uma série perfeitamente esquisita para aproveitarmos nesse fim de ano.

Em parceria com a BBC America, o Netflix decidiu trazer a vida uma das séries de livros do gênio Douglas Adams, o homem por trás de O Guia do Mochileiro das Galáxias, dessa vez explorando da maneira mais cômica um detetive um tanto quanto insano chamado Dirk Gently.

Max Landis (de Chronicle, American Ultra e Victor Frankenstein) comanda a série, com um roteiro engraçado, estranho e que não faz o menor sentido. Eu digo esse último mais como um elogio do que como um ponto fraco. A série desde o começo tenta nos colocar nessa atmosfera confusa de propósito, até brinca com isso em determinado ponto, e quando finalmente começamos a entender algo, fica meio difícil querer dar atenção a outra série.

Dirk Gently 104, “Watkin”, Day 14 of 15, July 13, 2016, Burnaby, BC, Canada

Seguindo Dirk Gently (Samuel Barnett) e seu relutante assistente Todd Brotzman (Elijah Wood) no misterioso desaparecimento de Lydia Spring (Alison Thornton). A dupla nos conquista aos poucos, junto com os outros personagens tão estranhos (talvez não tanto) quanto Dirk.


Essa é uma série que eu me diverti muito e consigo ver muitos fãs de séries britânicas a adorando, já que ela tem aquele formato das séries da BBC. Infelizmente também consigo ver muitos a abandonando pelo seu começo que não faz o menor sentido. Com o decorrer dos episódios é meio difícil não querer continuar, mas acho que alguns vão precisar de um esforço maior para seguir em frente.


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O final me fez querer mais e estou ansioso para o segundo ano.

 

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