Elseworlds | Crítica do Crossover 7
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Elseworlds | Crítica do Crossover

Vocês podem falar o que quiserem das séries do Arrowverse. Realmente, Arrow, The Flash, Supergirl Legends of Tomorrow tiveram problemas ao longo de algumas de suas temporadas. Entre altos e baixos, as séries de super-heróis da CW possuem um público alvo mais selecionado, acredito que seja pelo número de fãs da franquia. A verdade é que mesmo o público reclamando das séries, seja pelas limitações da produção televisiva ou outro incomodo, não tem como negar o quão bom são os crossovers. Foi em Crisis on Earth-X que começamos a ver o amor e carinho que os roteiristas colocam no encontro dos nossos heróis e heroínas. Isso só se repetiu no mais novo crossover.

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Elseworlds mostra o Arqueiro Verde (Stephen Amell) e o Flash (Grant Gustin) trocando os sapatos, e quando digo isso, quero dizer que eles simplesmente acordaram na pele um do outro. Acho que só faltava isso acontecer no Arrowverse, ver os dois super-heróis mais populares da CW agindo um como outro. Nem preciso dizer como foi divertido ver essa troca. São nessas horas que enxergamos o quão carismáticos Amell e Gustin são. É muito fácil torcer por eles,mesmo Amell não sendo um excelente ator  quanto Gustin, os dois juntos possuem uma química que é muito difícil de não apreciar. 

Enquanto Oliver e Barry procuram a ajuda da Supergirl (Melissa Benoist) para desvendar esse mistério, os roteiristas introduziram sua versão de Gotham e da Batwoman (Ruby Rose). Eu estava ansioso para ver o que eles fariam com a história do Batman. Infelizmente, mesmo tendo gostado do que vi, tenho que dizer que não vejo muito potencial para uma série da Batwoman estrelando Rose. Sim, a atriz tem um visual muito legal, mas você para de se importar com ela no momento que Rose começa a atuar. Quando ela está junto de Amell, Gustin e Benoist você percebe como falta carisma vindo da parte da atriz.

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Se tivesse que escolher uma série originada desse crossover, preferia muito mais ver um spin-off do Superman (Tyler Hoechlin) e da Lois Lane (Elizabeth Tulloch). Os atores souberam muito bem incorporar seus personagens e trazer uma dinâmica gostosa de se acompanhar. O final que Elseworlds trouxe para eles, é algo que gostaria de ver em uma série de 13 episódios. Seria algo nunca feito com o Homem de Aço num live-action antes.

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Os roteiristas também foram muito espertos ao deixar Elseworlds como a primeira parte de algo grandioso e que logo viria Crisis on Infinite Earths para completar. Um arco como esse pode trazer enormes possibilidades ao Arrowverse. Ainda teremos que esperar um ano para isso, e não sei ao certo se Legends of Tomorrow irá se juntará a festa ou se teremos mais uma vez apenas três episódios, mas estou mais do que confiante no trabalho dessa equipe. Mesmo que errem um pouco quando focam em nos heróis separadamente, eles sabem o que queremos ver quando os colocam juntos na telinha. Já são quase dez anos de Arrowverse! Só posso dizer que quero mais e mais desse universo, além dos easter eggs que eles sempre nos trazem. 

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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