Atypical: 2° Temporada | Crítica da Série

Como é bom voltar a essa série

Atypical é aquele tipo de série que você fica feliz que exista, mesmo sabendo que não vai fazer o sucesso que merece. A primeira temporada foi surpreendente, não por ser extraordinária, mas por trabalhar de uma maneira simples e tocante uma história que poderia muito bem ser ignorada. 



Agora estamos de volta com Sam (Keir Gilchrist) e toda a sua família, tendo que lidar com as consequências da temporada passada. Eu tenho que dizer que a segunda temporada é bem viciante, tanto que você pode ver tudo num dia. Infelizmente, não posso deixar de notar que ela foi um pouco inferior a passada. O roteiro ainda nos dá um olhar sincero e tocante no autismo, e até tenta ir além no que se refere a estar numa situação em que você não esperava, afinal, a vida vai mudando.

No entanto, alguns momentos não foram tão bons quanto poderiam. Acho que posso dar como exemplo o arco de Casey (Brigette Lundy-Paine). A atriz é muito boa e consegue dar um toque amais ao seu arco de descoberta, mas a outra atriz com que ela dividi isso tem tão pouca química com ela que você só fica mal porque isso significa que não veremos mais o namorado de Casey, e Evan (Graham Rogers) é um personagem tão bom. O ator tem um carisma de dar inveja e poderia até estar no elenco principal de tanto que agrega.

Mas não pense que só teve erros em Atypical, como eu disse antes, a série continua viciante e bem tocante em certas horas. Os erros da temporada são pequenos e não comprometem o todo. No final, tivemos uma ótima temporada




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