Bleach | Crítica

Quando os cinemas acertam na adaptação!

Bleach foi um anime que fez parte da infância e adolescência de muitos, um dos motivos que talvez tenha levado a Netflix a comprar os direitos do longa para transmiti-lo internacionalmente. Eu gostaria muito de ter visto esse longa de Shinsuke Sato nas telonas, mas acho que não tem melhor lugar para ele do que no maior serviço de streaming do mundo.

A narrativa do filme segue o que esperamos. Ichigo Kurosaki (Sota Fukushi), um garoto que vê fantasmas, acaba se tornando um Ceifeiro de Almas por acidente ao encontrar com a ceifadora Rukia Kuchiki (Hana Sugisaki), o que leva o garoto a embarcar no mundo da Sociedade das Almas. O roteiro tem um pouco de dificuldade em equilibrar todos os enredos que se propõe a contar, mas no final acaba conseguindo contar uma boa história.

Muito disso se deve a química entre os personagens e do carisma de Sota. Ele foi a escolha certa para carregar o filme nas costas e o foco no seu arco ajuda muito você a relevar os problemas do longa. No final, você acaba tendo uma história divertida e gostosa de se acompanhar, mesmo que os efeitos especiais não sendo o que esperamos. No entanto, não podemos esquecer que não estamos falando de uma produção de Hollywood.

Acho que posso dizer que os fãs do anime vão ficar muito felizes.

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