Dark: 1° Temporada | Crítica da Série 6
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Dark: 1° Temporada | Crítica da Série

Uma versão mais underground de Stranger Things?

Dark é a mais nova série Alemã da Netflix, que vai acabar com qualquer preconceito que você possa ter de que só os americanos ou os britânicos podem fazer boas produções. Da mente de Jantje Friese e Baran bo Oda, somos apresentados a uma cidade pequena que é afetada pelo desaparecimento de várias crianças e um grande mistério paranormal por trás.

Dark: 1° Temporada | Crítica da Série 7

Essa sinopse com certeza pode lembrar Stranger Things, na verdade, a série é perfeita para aqueles que já estavam com saudade da obra dos Duffer Brothers. Ela possui bons atores, tanto jovens quanto adultos, que vão desvendando um mistério que afetou gerações de famílias ao longo dos anos.

Dark: 1° Temporada | Crítica da Série 8

Mas a semelhança termina na premissa. Dark tem uma pegada mais underground do que Stranger Things e um roteiro que não tem medo de não explicar tudo, nos deixando a merce de várias perguntas quando a primeira temporada termina. Sem ter medo de ser mais original ainda, a Netflix nos entregou o que promete ser um novo vício

Dark: 1° Temporada | Crítica da Série 9

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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