Jason Momoa retorna, daquele jeitinho sanguinário e destrutivo que nós tanto amamos.

Frontier é uma das novas produções originais Netflix desse ano. Em pareceria com a Discovery Channel, os dois canais se uniram para nos contar uma história na época de 1700, onde companhias e tribos indígenas interagiam no Novo Mundo, e um homem estava em busca de vingança.

Primeiramente eu tenho que dizer que estava ansioso para o retorno de Jason Momoa. O ator, que ganhou uma legião de fãs por interpretar Khal Drogo em Game of Thrones, está ganhando muita atenção desde que foi escolhido para ser o Aquaman no Universo Cinematográfico DC Comics. E eu tenho que dizer que tenho pena do pobre coitado que for zoar o Aquaman de agora em diante. Jason está mais sanguinário do que nunca como Declan Harp. Matando, quebrando crânios e até arrancando orelhas. Ninguém faz melhor isso do que ele.

Além de Momoa, a trama também conta a história de Michael Smyth (Landon Liboiron), que acaba de chegar ao Novo Mundo em uma missão para o temido Lord Benton (Alun Armstrong). A vida dos dois acabam colidindo no primeiro episódio e deu para ver como os produtores quiseram formar uma certa amizade entre esses forasteiros num mundo novo.

A produção não é algo grandioso. Não espere nada ao estilo Game of Thrones porque vai se decepcionar. Dá para ver desde o começo que os produtores não tiveram um alto orçamento, focando o máximo que podiam nos personagens. A série tem bastante sangue, ação e um bom roteiro, que acaba comendo alguns erros. Talvez se eles tivessem encomendando mais episódios para o desenvolvimentos de certos arcos, esses errinhos não seriam tão evidentes.

Mas ao todo temos uma série que vai conseguir prender bastante os telespectadores e fazer todos querem logo a 2° temporada, principalmente depois daquele final. Eu só torço para que certos personagens não voltem tão idiotas.  

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