Frontier: 2° Temporada | Crítica 7
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Frontier: 2° Temporada | Crítica

Hora de voltar a lutar com Jason Momoa

Frontier retorna para sua segunda temporada, trazendo o espirito aventuresco e todas as coisas boas da primeira temporada como também as ruins.

Frontier: 2° Temporada | Crítica 8

Uma coisa que podemos dizer é que a série está mais bonita do que nunca. A fotografia é de se admirar e nos faz querer se jogar de cabeça nesse universo onde o novo mundo estava sendo descoberto e batalhas eram travadas entre os colonos e os nativos pelas peles.

É um tanto estranho ver uma fotografia tão grandiosa para uma história mediana. Não que o enredo não tenha melhorado. A segunda temporada se leva mais a sério e consegue trabalhar melhor os seus personagens e os seus respectivos arcos. A aventura tem um ar mais gostoso e original, além de deixar um bom gancho para o terceiro ano

Frontier: 2° Temporada | Crítica 9

Declan Harp (Jason Momoa) perde um pouco daquele peso que tinha na primeira temporada. Foi um tanto estranho não vê-lo como aquele gigante malvado e sanguinário, mas por outro lado os outros personagens ganharam com sua perda e acho que foi exatamente isso que fez com que a história se tornasse melhor e mais equilibrada. Não ser focada na imagem de um único homem. Só queria que a luta final fosse um pouco melhor. Jason já mostrou antes que pode fazer mais. 

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No final, a segunda temporada de Frontier vai agradar e muitos os fãs que vão ficar com vontade de saber o que vai acontecer no ano que vem.

 

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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