Um filme sombrio e realista de super-herói que realmente é muito bom.

Netflix continua com sua jornada de trazer heróis realistas em um mundo sombrio, cheio de problemas e pessoas complexas. Baseado no livro de Kevin Brooks, iBoy conta a história de Tom (Bill Milner), um jovem introvertido e apaixonado pela bela e gentil Lucy (Maisie Williams).  Se vendo incapaz de protegê-la de um ataque domestico que o coloca num pequeno coma, ele acorda com o cérebro alterado pelos fragmentos de balas no seu cérebro. Já imaginou se seu cérebro se tornar um smartphone?

Primeiramente eu tenho que dizer que a DC Comics devia contratar urgentemente o diretor Adam Randall para trabalhar em seu universo cinematográfico, o diretor realmente conseguiu fazer o que Zack Snyder falhou feiamente em Batman v Superman: um filme sombrio e dramático de super-heróis melhor do que muitas coisas que a Marvel já nos mostrou.

Com um orçamento pequeno e brincando com com alguns clichês já batidos é bom ver que não tem problema nenhum trabalhar com elementos conhecidos, mas sim como você os utiliza. Histórias como o garoto introvertido, apaixonado por uma garota fora de sua liga que, de repente, se vê diante de algo extraordinário. Bem, digamos que não é algo novo. Na verdade, posso citar vários elementos recorrentes de diversos filmes. O que você faz com eles é o que te diferencia e eu gostei muito do que fizeram aqui. 

O modo que escolheram para mostrar os poderes de Tom tão foi muito bem feito e a fotografia só me ajudou mais a entrar nesse mundo.

No final, iBoy é perfeito para fãs de Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage. Ou seja, esses heróis mais urbanos que se encaixam perfeitamente no mundo real. 

Confira o trailer:

iBoy | Crítica
80%Pontuação geral
Personagens 80%
Enredo 85%
Fotografia 80%
Efeitos Especiais 75%
Trilha Sonora 80%
Votação do leitor 4 Votos
77%

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