iBoy | Crítica 6
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iBoy | Crítica

Um filme sombrio e realista de super-herói que realmente é muito bom.

Netflix continua com sua jornada de trazer heróis realistas em um mundo sombrio, cheio de problemas e pessoas complexas. Baseado no livro de Kevin Brooks, iBoy conta a história de Tom (Bill Milner), um jovem introvertido e apaixonado pela bela e gentil Lucy (Maisie Williams).  Se vendo incapaz de protegê-la de um ataque domestico que o coloca num pequeno coma, ele acorda com o cérebro alterado pelos fragmentos de balas no seu cérebro. Já imaginou se seu cérebro se tornar um smartphone?

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Primeiramente eu tenho que dizer que a DC Comics devia contratar urgentemente o diretor Adam Randall para trabalhar em seu universo cinematográfico, o diretor realmente conseguiu fazer o que Zack Snyder falhou feiamente em Batman v Superman: um filme sombrio e dramático de super-heróis melhor do que muitas coisas que a Marvel já nos mostrou.

Com um orçamento pequeno e brincando com com alguns clichês já batidos é bom ver que não tem problema nenhum trabalhar com elementos conhecidos, mas sim como você os utiliza. Histórias como o garoto introvertido, apaixonado por uma garota fora de sua liga que, de repente, se vê diante de algo extraordinário. Bem, digamos que não é algo novo. Na verdade, posso citar vários elementos recorrentes de diversos filmes. O que você faz com eles é o que te diferencia e eu gostei muito do que fizeram aqui. 

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O modo que escolheram para mostrar os poderes de Tom tão foi muito bem feito e a fotografia só me ajudou mais a entrar nesse mundo.

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No final, iBoy é perfeito para fãs de Demolidor, Jessica Jones e Luke Cage. Ou seja, esses heróis mais urbanos que se encaixam perfeitamente no mundo real. 

Confira o trailer:

[[youtube https://www.youtube.com/watch?v=FbEWtpSmJXg&w=560&h=315]]

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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1 Comment

  1. Qual o nome da musica que toca no final ?

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