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Jogo Perigoso | Crítica

Stephen King realmente tem as melhores ideias

Jogo Perigoso é o mais novo filme da Netflix de uma história do mestre do terror e suspense, Stephen King, que mostra mais uma vez porque ele é sempre o favorito para ter suas idéias adaptadas para as telonas ou para a TV.

Nessa adaptação de Mike Flanagan, vemos um jogo sexual que acabou dando mortalmente errado entre Jessie Burlingame (Carla Gugino) e Gerald Burlingame (Bruce Greenwood). O casal queria apenas apimentar sua relação com umas algemas e agora, depois de um ataque cardíaco, Jessie está presa à cama sem vizinhos ou ninguém para ouvir seus gritos de ajuda. Quanto tempo alguém aguenta sem água ou comida? E até onde nossas forças vão?

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No começo não entendi porque todos estavam falando tão bem desse filme. A direção de Mike me pareceu muito parada e, honestamente, quase dormi nos primeiro vinte minutos do longa. Foi então que aconteceu. Todo o jogo mental, o medo, a loucura, tudo de pior veio a tona e eu simplesmente fiquei agonizado com a nossa protagonista. Em apenas um quarto, com as lembranças e pesadelos de Jessie, fomos levado a uma jornada imperdível.

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Esse filme teria sido perfeito se não fosse pelo final. Não vou entrar em detalhes, mas digamos que temos um epilogo muito longo que podia muito bem ter sido cortado pela metade. Se tivessem feito isso eu teria terminado o longa todo angustiado, mas o epilogo tirou isso de mim. 

No entanto, Jogo Perigoso me fez ficar animado para a próxima adaptação que a Netflix vai fazer de King. Que venha 1922 e muito mais.

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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