The Cloverfield Paradox | Crítica 6
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The Cloverfield Paradox | Crítica

Um filme que poderia ter sido grande, mas acabou sendo medíocre

Ninguém pode dizer que a Netflix não tem um ótimo grupo de marketing. No meio dos trailers do Super Bowl LII, eles divulgaram que o filme The Cloverfield Paradox estaria disponível depois do jogo. Foi realmente uma sacada genial que praticamente criou uma experiência cinematográfica para milhões de pessoas que veriam o filme logo depois do jogo. Ainda mais falando de uma franquia que só crescia.  

O diretor Julius Onah consegue trazer uma premissa interessante, com um grupo de bons atores ao seu lado e uma equipe de fotografia competente para ajudar. Eu posso dizer que The Cloverfield Paradox consegue trazer ideias interessantes para a franquia e até nos faz entender um pouco os caminhos que ela pode seguir.

The Cloverfield Paradox | Crítica 7

Uma pena que no final o filme mal consegue ser o thriller espacial que promete. Eu não sei qual foi o envolvimento de J. J. Abrams no longa, até consigo ver um pouco do seu sci fi nele, mas no geral o filme tem apenas vislumbres de boas ideias num roteiro fraco. Ele não consegue criar uma tensão e isso pode ser frustante porque você consegue ver que tem algo incrível escondido lá no fundo.

The Cloverfield Paradox | Crítica 8

É uma pena que um filme desse acabou sendo apenas um entretenimento de sábado a tarde, mas talvez tenha sido por isso que a Paramount Pictures não quis levar o longa aos cinemas.

The Cloverfield Paradox | Crítica 9

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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