Parece que as coisas não estão nada fáceis para o lado da Netflix.

Dessa vez a “polêmica” envolve a adaptação americana do mangá Death Note, escrito por Tsugumi Ohba e ilustrado por Takeshi Obata. O longa-metragem produzido pela Netflix é acusado de promover o embranquecimento de personagens não-caucasianos na obra. 

“O mangá de Death Note vendeu mais de 30 milhões de cópias ao redor do mundo. Ele também deu origem a dois filmes, um anime famoso mundialmente e um musical. A história em si é cheia de elementos da cultura, história e identidade japonesas e a narrativa japonesa é essencial para o enredo e a narrativa”

O texto acima faz parte do pedido de boicote assinado por Sarah Rose, autora da petição que conta com 13.106 apoiadores até o fechamento desta notícia.

A adaptação estadunidense de Death Note muda o contexto do enredo original do Japão para os Estados Unidos, trocando inclusive os nomes dos personagens principais. Misa Amane e Light Yagami se chamam agora Light Turner e Mia Sutton, interpretados por Nat Wolff e Margaret Qualley, respectivamente. A trama se passa na cidade americana de Seattle, em Washington.


“Atores brancos interpretam os papéis principais nesta adaptação. Death Note não deveria ter escalado apenas atores brancos. Isso vai contra a alma da história”

Edward Zo, um ator americano descendente de asiáticos, alegou ter recusado um papel secundário em Death Note durante a fase de pré-produção.


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“Esta teria sido uma oportunidade incrível para um ator de uma minoria, para um ator asiático ganhar projeção global e quebrar barreiras e estereótipos… mas eles não estão procurando atores asiáticos para o papel de Light Yagami”, afirmou Zo na ocasião.

Death Note estreia na Netflix dia 25 de agosto. 

via Adoro Cinema

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