The Walking Dead: 6° temporada | Crítica da série 12
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The Walking Dead: 6° temporada | Crítica da série

Alexandria é apenas a ponta de algo muito maior. Os Salvadores finalmente chegaram.

A sexta temporada de The Walking Dead decorreu da mesma forma que as outras, ou seja, uma montanha russa com aqueles momentos tensos que te faziam querer muito o episódio da semana que vem e aqueles que te faziam revirar os olhos enquanto você simplesmente espera alguém morrer.

Tudo começou bem melhor do que eu esperava. Depois das consequências que levaram Rick Grimes (Andrew Lincoln) a tomar a liderança de Alexandria, ele logo descobre porque a cidade estava vivendo em paz por tanto tempo. Os zumbis, na verdade, estavam presos e não demoraria muito para escaparem. Com isso, Daryl Dixon (Norman Reedus), Glenn Rhee (Steven Yeun), Michonne (Danai Gurira) e o resto do grupo precisaram se mover para conseguir leva-los embora.

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Esse foi a base para um primeiro arco que começou intenso, mas acabou se perdendo e indo para uma midseason finale fraca. Eu acabei me decepcionando com a direção que tomaram, mas tudo bem. Eles prepararam o terreno com tudo para seu retorno, unindo todos os habitantes da cidade para que eles lutassem por Alexandria, ao invés de só se esconderem.

Tenho que admitir que eu vibrei com a grande batalha que ocorreu, até imaginei que esse grupo poderia mesmo desafiar os Salvadores. Mas será mesmo? Com o ódio dos fãs passando do padre Gabriel Stokes (Seth Gilliam) para Morgan Jones (Lennie James), a segunda metade da temporada ficou desenvolvendo o pouco que sabíamos dos Salvadores e nos preparando para o que estava por vir.

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Não vou mentir, teve momentos que eu ficava mais tenso com a expectativa do que iria acontecer, do que com o episódio em si. Carol Peletier (Melissa McBride) começava a voltar a ser aquele mulher que não aguentava o impacto, ao invés o bichão papão que amávamos ter medo. Eu ficava pensando o que eles pretendiam fazer com a minha Carol ou o que a season finale me guardava? Será que eles iriam nos fazer querer loucamente uma sétima temporada.

A resposta é sim! Quando Negan (Jeffrey Dean Morgan) deu as caras pela primeira vez, tudo vale a pena. Nós dez minutos finais que o líder dos Salvadores surge, a tensão foi impressionante. Aquele homem apenas levou nosso grupo para onde ele queria, como se eles não fossem nada, e os fez se ajoelhar diante dele como os servos que eram. Ver o Rick se cagando de medo, me deixou com o coração acelerado.

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Esse é o vilão que estávamos esperando tanto e só espero que os roteiristas sabiam  aproveitar todo o potencial que introduziram naqueles minutos finais. Não são apenas um grupo que Rick e os outros terão que enfrentar, mas sim um pequeno exercito particular.

Eu só consigo dizer que espero que outubro chegue logo. 

Confira o trailer abaixo:

[[youtube https://www.youtube.com/watch?v=cgX1geb4FlA]]

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Guilherme Cepeda
Guilherme Cepeda é podcaster, blogueiro e escritor. Pós-Graduado em Marketing e apaixonado por tecnologia e literatura desde sempre, em 2010 resolveu criar um blog para compartilhar sua opinião com os amigos. Jamais imaginaria que o projeto chegaria tão longe, tornando-se hoje o Burn Book, um dos maiores portais de literatura jovem do Brasil. Escreveu em co-autoria os livros da série Minha Vida, e em seu trabalho mais recente, já pela Editora Burn Books, publicou o conto “Estarei em Casa para o Natal” na antologia que leva o mesmo nome, também foi publicado em outras antologias pelas Editoras Wish, Villa-Lobos e Rouxinol. Guilherme é co-criador do Podcast “BurnCast”, o qual é responsável pela edição, pós-produção e roteiro há mais de um ano.

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